
Se o seu filho se cortou: lave bem a ferida com água e sabão e pressione o local com uma gaze para estancar o sangue. Examine a ferida e veja se não há nenhuma farpa ou pedaço de vidro. Se não for nada grave, passe uma solução de iodo. Mas atenção: se o sangramento não parar e a ferida estiver muito aberta, pode ser que precise de alguns pontinho. Leve a criança ao pronto-socorro urgentemente, já que, depois de seis horas, não é mais possível dar ponto porque eles podem infeccionar o local.
Se o Nariz da criança está sangrando: em uma brincadeira ele pode ter estourado alguma pequena veia do nariz. Pode não ser nada grave, mas o melhor a fazer, é limpar com um paninho e procurar seu pediatra.
Se o seu filho engasgou: nem pense em virar a criança de cabeça para baixo, enfiar o dedo na garganta dela ou dar tapas nas costas.
Se ela está só tossindo, apenas a incentive a continuar para cuspir o que a fez engasgar. Agora, se a tosse não tem som e está prejudicando a respiração, grite para alguém chamar a emergência e olhe pela boca para ver se o objeto pode ser retirado: se a criança estiver inconsciente e tiver menos de dois anos, faça uma compressão com as mãos na região do tórax, repetindo até que respire ou chegue ajuda. Se a criança for maior de dois anos e estiver consciente, dê um abraço por trás, em uma posição que você fique com os braços sob as axilas e com as mãos entrelaçadas logo abaixo das costelas. Dê, então, pequenos trancos firmes para que ela possa cuspir o objeto.
Convulsão: em primeiro lugar, deite a pessoa no chão, longe de móveis ou objetos nos quais ela possa se bater e se machucar. Não fique em cima da pessoa e não se desespere. Em seguida, chame um médico para fazer um diagnóstico, pois uma convulsão pode ser causada por doenças mais graves, como a meningite.
Fonte:
Revista Saúde - Coleção Malu, ano 6, nº 19 http://irenes.com.br/da_familia/pais01.htm